NÃO AO CARNAVAL 2022
Por: SÉRGIO PRATA.’.
Existe uma grande expectativa de que a realização do Carnaval de 2022 possa acentuar a contaminação pelo CORONAVÍRUS. Os prefeitos de SÃO PAULO – SP, RICARDO NUNES (MDB), do RIO DE JANEIRO – RJ, EDUARDO PAES (DEM), de RECIFE – PE, JOÃO CAMPOS (PSB), de OLINDA – PE, PROFESSOR LUPÉRCIO (SDD) e de SALVADOR – BA, BRUNO REIS (MDB), TODOS QUE FAZEM OPOSIÇÃO ABERTAMENTE AO GOVERNO BOLSONARO, já anunciam com alarde a folia, com centenas de blocos nas ruas, clubes de frevo, trios elétricos e desfiles de escolas de samba, em busca de turistas, principalmente do exterior, que não deverão cumprir quarentena, bastando apenas apresentar no desembarque o PASSAPORTE VACINAL.
Mesmo considerando a importância do lazer e da recuperação da economia, tais medidas poderão trazer mais danos e prejuízos do que lucros. A situação atual não nos dá segurança para decidir por esta abertura, pela absoluta falta de estrutura na rede pública de saúde e a absoluta falta de conhecimento para combater a doença, com as mais diversas variantes do CORONAVÍRUS, considerando que na EUROPA vários países estão registrando alta na contaminação pelo CORONAVÍRUS, mesmo após a vacinação, depois da flexibilização dos protocolos sanitários, o que deu início a uma QUARTA ONDA DA PANDEMIA. A média no continente é de 1,5 milhão de novos casos e 19 mil mortes por semana, o que tem chamado a atenção da Organização Mundial da Saúde.
Nos ESTADOS UNIDOS, o contágio também voltou a crescer depois que o governo afrouxou as regras de combate à doença, como a não obrigatoriedade do uso de máscara. Na CHINA, o governo decidiu endurecer novamente os protocolos, para deter o avanço da doença. O país quer evitar a proliferação do vírus após detectar surtos em diferentes regiões, determinando o fechamento de fronteiras, lockdowns e quarentena rigorosa, além de restringir viagens entre as províncias e intensificar as testagens. As autoridades também sugeriram à população que estoque alimentos nas próximas semanas.
Diante de tais fatos, observa-se que os GESTORES dessas cidades mais festivas e concorridas para o TRÍDUO MOMESCO não estão nem um pouco preocupados com a população local, o que eles querem é faturar com a INDÚSTRIA DO TURISMO, mesmo que para isso tenha que sacrificar boa parte da população, com sérios riscos de contrair as nova VARIANTES do CORONAVÍRUS. Se tudo der errado e o quadro de infecções aumentar após o CARNAVAL, é só jogar a culpa no GOVERNO FEDERAL, que é tudo que eles querem fazer em pleno ANO ELEITORAL, tão somente porque o pico da NOVA CONTAMINAÇÃO será em pleno período de CAÇA AOS VOTOS.
Diversas cidades brasileiras já decretaram que novamente não haverá RÉVEILLON e nem CARNAVAL, com o firme propósito de proteger seus citadinos, mas o que os GESTORES das cidades que já declaram que irão promover tais eventos querem mesmo é que a contaminação ocorra, e assim seus governos serão agraciados com NOVAS VERBAS FEDERAIS EMERGENCIAIS, quando poderão promover compras sem licitação e superfaturadas, e ainda poderão fazer CAIXA 2 para as campanhas dos seus apaniguados contra o GOVERNO FEDERAL, mas isso a nossa SUPREMA CORTE não vê, porque é conivente e participativa no golpe contra a saúde pública e contra democracia.
